Seja bem-vindo, volte sempre e o último a sair apaga a luz ! :D

Quem sou eu

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Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 25 anos, sou carioca, sou loira, sou linda, sou leonina, sou tricolor (é a ordem natural das coisas hahah), sou caçula, sou pequena e esse é um dos meus apelidos também. Sou apaixonada por palavras. Eu amo escrever, violão,judô, praias, chocolate, me expressar, viagens, Deus, a vida e as pessoas que fazem parte dela.

domingo, 28 de março de 2010

Um Anonimato e a Lei da Compensação .


Hoje, calhei de lembrar o que deveria ter esquecido.
Ah! E agora, algo me bloqueia e me inspira, algo me restringe e me instiga.. Okay, algo não. Alguém!
E o mais intrigante disso tudo é que isso está em “anonimato” e dessa vez, acreditem, não é por livre e/ou espontânea vontade, mas por falta de opção mesmo.
Eu quero explicar, é bloqueio quando quero concluir o que sei e sinto em relação a você, mas o receio me trava e, ainda sim, com o objetivo de não fazer planos algum, todos eles trazem um pouco de você;
é inspirador admirar o horizonte, céu, mar, estrelas, estar em algum lugar bonito e só lembrar que eu gostaria de estar em qualquer lugar desse mundo, desde que você pudesse estar comigo;
é restrição quando me vejo realizada com qualquer miséria tua, não por gostar, sim porque é inimaginável estar contigo e conseguir alcançar o chão, então, tudo vem a tona se insisto em me contentar com o habitual “anonimato” quando o que mais queria é ir além das coisas desse mundo.
E é instigante, acreditar em coisas que a muito eu achava perdidas, é pensar positivo sabendo que há tantos contras evidenciando o “não dar certo”, e por fim, associar o “anônimo” à você eu não sei porque, mas tem que ser você.
Quem dera, pudesse ao menos uma vez ver a vida feita de certezas!
Fechar os olhos e lembrar você já não tem sido o bastante, então, eu me sinto culpada, culpada por não sentir culpa alguma.
E essa “incorreção social” que eu faço questão de ignorar, já não tem tanto sentido, mudanças de conceitos, agora tenho ponto de vistas ainda não atingidos.
E hoje eu acordei querendo te ver sorrir, sentir tua mão na minha nuca, ouvir você me pedir “ajuda” como se precisasse de algum motivo para querer estar com você, tocar nos teus cabelos, quis te olhar como se notasse pela primeira vez, quis segurar sua mão e desfilar na rua, quis tocar você e por esses instantes acreditar em certezas.
Eu acho que a liberdade pode vir de muitas maneiras, e por você eu estou disposta a construir um novo estilo dela, porque a minha sem você esta sufocando.
Só para constar, eu quis, eu quero, eu topo, dane-se o resto.
Entre meu céu e meu inferno existe você e essa é a lei de toda compensação,
para que um anonimato e porque não?
Contanto, que eu saiba quem é você e você o que é para mim!

sábado, 20 de março de 2010

Hipoteticamente .



No outro dia, disseram-me que “é livre quem corre riscos”, como poucas vezes uma única frase, mexeu tanto com meus sentidos. Porque eu vejo uma necessidade infindável no ser humano de ser livre, e outra tamanha de correr riscos, porém nunca analisei os riscos encontrados na liberdade, ou a liberdade encontrada nos riscos, logo, eu que sou tão apaixonada por ela, foi “broxante” descobrir o calcanhar de Aquiles.
Sempre achei indescritível e fantástica aquela sensação de sair, se aventurar, voltar e descobrir aonde se quer estar. E nunca refleti sobre quantos corações podem ser partidos com isso. Ou quantas pessoas podem ficar se perguntando: Foi a última vez? E agora, acabou? Então, eu te fiz feliz? Ou implorar para que quebrem as asas e não haja mais vôos, rs.
O fato é que só percebemos o que podemos ser após sermos testados. É ai que a pessoa que você quer que permaneça na sua vida decidi te valorizar também, porque o valor pode vir de varias formas, e seja da forma que for isso não o diminui. E isso é só a vida, não há o que temer.  Venha!
Hipoteticamente, se tratando de que isso possa ser uma autobiografia, lembrar você já é quase um dom e eu fico aqui, direta ou indiretamente, remoendo a vontade de te ver novamente. É uma ligação que eu ainda não sei explicar, eu preciso estar perto de você. Conheço teus passos, entendo teu jeito, aceito seu modo de ser, o que ainda é abstrato é essa vontade de caminhar ao teu lado. Eu não sei se é amor, mas é algo, muito bonito (quando se lê muito, é muito mesmo).
E você será que vem acompanhar esse meu jeito de moleca solta? Que tal, arrisque-se?! Mas não sinta influenciar-se pelo autor.
Digamos que hipoteticamente pudesse escolher um caminho totalmente diferente, será que isso tornaria a vida melhor?
Acho mesmo que uma vida pode ter impacto no mundo, tenho certeza porque há vidas que fazem um enorme efeito na minha, mas há uma que nesse momento me faz querer ser melhor, me faz querer sentir de novo a liberdade, é isso, estou num estado-maior-de-grades, e se você já tem o que queria, agora é só me libertar, vamos lá, anseio a minha ficha limpa de novo. Contudo, lembre-se do meu hipoteticamente!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Nem tudo o que é bonito é amor .



    A maior gravidade quando a gente sabe demais, é que a pergunta deixa de ser
“até onde você sabe sobre o que sente?” para ser “o que você vai fazer com tudo o que você sente e sabe?”.
    Eu tenho tantos pontos de vistas em relação a sentimentos.
Suposição, eu acho lindo quando vejo nas pessoas aquela sensação de que estar completo, sensação de que aquilo que se esta sendo vivido será para toda a vida, e acho mais lindo ainda quando vem de ambas as partes. Mas sinceramente quando mais o tempo passa mais difícil fica de acreditar nessas coisas.
Porque quando a gente cresce essas coisas se tornam mitos como: metade da laranja, alma gêmeas.. Pode até parecer aprazível de ter fé, porem sabemos que o que mais se tem por ai são triângulos e quadrados amorosos, ou até mesmo um único ponto trançando retas, criando ângulos em busca de um ponto em comum menos abstrato, ou pelo menos de encontrar belas formas que
momentaneamente lhe tragam qualquer tipo de “bem estar”. E é assim que os seres humanos são.
    O amor pode ser ou não ser tanta coisa, quem vai saber?
Ele pode ser essa coisa tão clichê. Aquele conto desmedido desde o romantismo. Pode ser algo que ninguém sabe ao certo explicar. Assim como ele pode não ser nada que seja conhecido pela gente.
São esses efeitos repetitivos que todo mundo narra ter sentido. Acontece quando se tem vontade de gritar para o mundo inteiro o que estamos sentindo. Naquele instante em que cantamos e sorrimos sem saber o motivo. Pode ser qualquer coisa mais forte que era desconhecida. Como pode ser ganhar uma festa do seu cachorro quando chegar em casa.
O amor é quando criamos coragem de abrir mão da sociedade em busca de uma única pessoa. É não conseguir enxergar, mas ter certeza que está ali, em algum lugar de você.
Podemos achar o amor ao ver o time de coração sendo campeão de virada. Ou quando os pais dizem: “se você sair de casa, não ouse voltar”, justificando que faz isso porque nos ama e está pensando em nosso bem. Pode ser aquela sensação indescritível de abrir a porta e ganhar um abraço sincero da criança preferida da família. Como para algumas pessoas, aceitar agressão, insultos ou traíção, mais uma vez e, ainda sim, crer na mudança, é amor.
    E tudo o que supostamente foi dito acima pode ser amor para você e eu posso não acreditar em nada disso, e vice-versa. Quem vai saber?
Vale constar que eu já sei o possível sobre o que sinto e o que sei, mas não faço idéia do que fazer com isso!
Contudo, no meu atual ponto de vista, nem tudo o que é bonito é amor.

domingo, 7 de março de 2010

Lápis


   
HÁ-HA-HÁ! Tem uma mulher rindo aqui do lado, e a graça é estar escrevendo com meu lápis de olho, tudo bem, eu não deveria esquecer de andar com papel e caneta e, minha mãe só sabe me chamar de “machinho” por eu não gostar de usar bolsa, bem que ela poderia me lembrar do que colocar dentro dela, não é?! Não faço ideia do que escrever hoje, só sei que quero muito e, também “modesta parte”, que sou muito boa em mudar de assunto.
   Então, hoje é domingo e aqui da janela do ônibus, olho para o lado e fico imaginando todas essas vidas ao redor, fico observando o “carinha” encostado no muro que está á esperar alguém e vai fazer um telefonema agora, será a namorada atrasada ou não virá mesmo? E o casal de meninas acanhadas do outro lado do corredor por conta de um preconceito burro que a sociedade, por si só, impõe;
o motorista nesse momento esta correndo para dar a ultima volta e poder tomar a tal “gelada”;
a idosa preocupada com a hora que tem que chegar na delegacia, para tentar limpar a cara de um filho;
nos dois turistas americanos (duas cadeiras atrás da minha) contando que está no país a 3 meses e 20 dias, e que não poderia deixar de conhecer o Bondinho do Pão de Açúcar. Quando, ironicamente, eu daria meia volta e fugiria de lá por estar nauseada. “Vamos lá, é só mais um dia saciando curiosidades alheias, contando historinhas sobre um dos maiores Cartão Postal da cidade maravilhosa e imaginando pela face de cada um dos turistas o quanto estão satisfeitos ou não, pelo preço que pagaram (olhando por esse lado, trabalhar é bom demais)”. Porém vocês devem saber, são apenas suposições! (É engraçado, como eu fico aproveitando as pausas do ônibus para conseguir uma letra legível, pelo menos para mim.)
   E agora eu percebi que estou escrevendo sobre a vida e, interessantemente, são os seres humanos que me inspiram nessa arriscada escrita, porque eu fico analisando o que cada um deles estão pensando à respeito da menina com uma garrafa de suco de abacaxi com limão, um pacote de biscoito, um caderno e um lápis de olho. E com o passar do tempo e o balançar do ônibus (isso devem soar poético), sinto-me cada vez mais convicta de que nós seres humanos nunca estamos satisfeito com o que temos, estamos sempre sendo despertados pela a vida ao lado, nem sempre por mal sabe? Mas por simples fato de estarmos desocupados ou tentando não pensar na nossa. Estamos sempre em busca de mais, do melhor e isso me faz ser feliz ao acordar, e a você?
   Embora tenha diversos tipos de pessoas num mesmo lugar, cada uma delas é diferente uma das outras, cada qual está pensando em coisas distintas.
Talvez umas queiram transformar uma vida, outras mudar sua vida, quando muitas gostariam de mover um mundo, mas sabe o que todas elas têm em comum?
Pois tenho certeza, que essas pessoas sonham em ser alguém que um dia vão lembrar, querem historias para contar. E isso é o que chamo de vida.
   Porque é inquestionável o quanto ela nos prega peça, tão quanto memorável quando alguns de nós tem coragem de olhar na cara da vida e dizer: Permita-me, não tenho medo de vivê-la!
Gente, por hoje é só, acabou meu lápis! rs