Seja bem-vindo, volte sempre e o último a sair apaga a luz ! :D

Quem sou eu

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Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 25 anos, sou carioca, sou loira, sou linda, sou leonina, sou tricolor (é a ordem natural das coisas hahah), sou caçula, sou pequena e esse é um dos meus apelidos também. Sou apaixonada por palavras. Eu amo escrever, violão,judô, praias, chocolate, me expressar, viagens, Deus, a vida e as pessoas que fazem parte dela.

domingo, 4 de novembro de 2012



Domingo. Noite chuvosa. Casa em silêncio. Coração transbordando. Cabeça lá em você.
Resolvi escrever. Muito tempo que não o faço. Mas acho que a felicidade tem me consumido tanto que não há tempo para mais  nada.
Eu gostaria de traduzir em palavras o quanto você tem me feito bem. Gostaria de deletar a você tudo o que eu aprendi a sentir, mas bloqueio em expressar.
Às vezes me pego pensando de onde me veem tanto encanto, parece que antes de você nada fazia sentido.
E ao mesmo parece que não existe pós-você.
Você trouxe sentido aos filmes, aos livros, as musicas, aos amor que ouvi dos meus pais, as mensagens de amor ao próximo que li na bíblia, aos votos de casamento, as promessas clichês de pra sempre, sim, você trouxe sentido ao vazio que permaneceu dos outros enquanto eu te procurava, você trouxe sentido a todas as ciências: fisiologia, matemática,  sociologia, física, química. 
Você me faz forte. De você tenho saudade. Por você tenho carinho, afeto, admiração, tesão, ternura, fé, paixão e respeito. 
E falem o que quiser do amor, não há nada melhor que andar de mãos dadas com você.
Então, me contento em resumir ao léu que O amor chegou para mim. E amém.




quinta-feira, 19 de julho de 2012

Transborda!







Sabe aquele amor que eu sempre tentei inventar aqui?
Então, ele não se explica, ele não se espera, ele não se inventa, mas quando a gente menos espera, quando não estamos procurando, e vou além, quando deixamos de acreditar nele,
então ele surpreende, ele acontece! Ele é irônico, assustador, não tem nada de mocinho!
Ele nos faz olhar para trás lembrar das porradas, das feridas, das mil vezes que a vida ganhou, mas aí você vai rir e sorrir e gargalhar tendo total convicção que dessa vez foi "game over" pra ela.
Então, você volta a ser você, você desenvolve o melhor de você, volta a tentar ser melhor, volta, volta por ele, por você, por vocês. E se sente em paz nessa hora!
Ele não é cego, ele enxerga muito além do que a gente vê. Cego somos eu e você por acreditar que tanta coisa é amor, sem ser. E tem mais, o amor é daltônico! 
Ele é feito de risos, brincadeiras, mordidas, beijos, brigas seguidas de desculpa, gargalhadas e choros, gritos, ciúmes, toques, choques, arrepios, raiva, irritação, provocações, mãos, sms, ''putarias", surtos e tudo mais que tiver direito.
Você vai descobrir que é existe algo mais gostoso que coca-cola e camarão, o  amor tem gosto de "ogrodoce!".
Ele te faz se sentir a pessoa mais feliz do mundo, acreditar que ninguém no mundo ame o quanto você. Não há planos em que o seu amor não esteja, lembranças ou pensamentos.
Você consegue sentir, viver e chegar o mais próximo possível ou além de tudo o que você ouviu por música, assistiu nos filmes, leu na bíblia, viu em seus pais.
O amor causa um medo danado, é feito de conto de falhas.
E muitas vezes você vai dizer: como somos tão diferentes, mas a vida irá te ensinar que podem dividir algo tão igual. As diferenças continuaram, mas vocês compartilharam um ponto em comum.
E mesmo com pouco tempo você vai sentir como se tivessem vividos anos a fio. Como se fosse de outro século, anos, milênios, outras vidas talvez.
A gente descobre que não se trata de "final feliz" e sim que se continua no "fica comigo para sempre".
É tamanha conexão. Que completa. Alias, transborda!
Por afinidade, sei lá. Por acaso, sorte. Alma talvez! 
Foi amor, é amor.

domingo, 8 de abril de 2012

Só por hipótese ! (:



Olá, blog. Eu queria conversar, porém não acho que precise compartilhar minhas fraquezas com ninguém. Então, eu lembrei de você. Receio que isso seja TPM, Crise existencial, ou Medo.
Sim, medo, não deveria existir vergonha, em sentir medo. Entretanto, é muito disso. Sinto vergonha não em ter medo, mas em ter medo de sentir. Lamentável, não?
Eu já joguei muito com a vida, sabe? E definitivamente eu tô cansada de perder. Meus estudos dizem que o coração é um órgão feito para ‘bater’, porém por prazer em contrariar o cérebro, ele insiste em viver ‘apanhando’. E a ordem natural? É que dói, cansa, você espera e passa! Mas é aí que mora o perigo porque se repete, bipete, tripete...
Poucas vezes transbordei amores por alguém, talvez eu tenha magoado muita gente por isso, tudo o que tenho a dizer é nunca fiz propositalmente. É injusto, mas não posso me culpar por não ter correspondido um, me entregado a outro ou esperado mais um. Nos meus costumes, é sem sentido ‘inventar amor’. Mas prometo que todo o pouco que eu tenha sentido, senti profundamente. E tudo o que eu peço da vida é que ela reconheça meus esforços e faça o mesmo por mim, não por mérito, mas por fraqueza mesmo, como eu disse: tenho medo!
Ás vezes, eu acho que muita gente tem impressão muito errada de mim, reconheço que por motivos óbvios, uma vez que na construção da minha vida eu nunca fiz questão de que tivessem a impressão certa.
Talvez eu tenha tido “um começo meio vulgar”, apesar de ter certeza que em minhas vulgaridades andei a brincar com alguns “fura vidas”.
Se eu contasse todas as minhas historias sobre relacionamentos aqui, certamente, uns diriam romantismo, outros tragédia, particularmente acredito que em todas elas tenha tido um punhado dos dois. E com toda convicção do mundo, não queria que tivesse sido de outra maneira.
Porque sei que sofrer de amor, não mata. E faz falta!
Eu não quero ter medo, na verdade, eu queria muito que dessa vez, só dessa vez, desse certo.
Com você desse certo.
Passei da fase de gente indo e vindo, eu quero que você fique!
Certa vez eu li que: “é a possibilidade que nos faz continuar e não a certeza!”. Tal frase surtiu como uma espécie de aposta da minha parte.
Eu quero que continue essa sensação de rir a toa, de gritar pro mundo que eu tô gostando de alguém, de rosto bonito. De sorrir ao te ver, de sorrir para vida!
Foda-se que você vai ficar se achando, foda-se que eu tô alimentando seu ego, foda-se que eu tô perdendo a pose de marrenta, foda-se que eu tô com o orgulho fudido, foda-se que a sociedade não entende, foda-se o medo, foda-se o passado. É, foda-se eu, foda-se você, desde que a gente se foda juntos, sabe? O que é realmente foda? É que por hipótese, só por hipótese, talvez aconteça!

domingo, 18 de março de 2012

Voltar para casa ?






Final de semana, onde diferente dos muitos outros eu passei em casa, família, amigos, festa e open bar, sim, não tenho do que  reclamar, mas o interessante não é chegar aqui e descrever meu Final de semana, e sim a ausência daquela necessidade e ansiedade que eu encontrava em todas as sextas passadas.
Muitos não entendem, define como: tristeza, “paixonite”, autismo, TPM, falta de dinheiro, amadurecimento, etc. Mas de verdade nada disso em qualquer período da minha vida social foi  motivo ou suficiente para que eu passasse um final de semana em casa.
Eu sou apaixonada por gente, por música alta, por pessoas “libertas” para serem o que são, por open bar, por noite, por me cerca de amigos na sexta a noite, no sábado a noite ou no domingo a tarde. (Quando le-se SOU, é SOU MESMO.)
Entretanto, existe um momento da vida que acredito que a gente precisa parar, pensar, por os sentimentos no lugar, por limite ao que é excesso, porque se não isso fica sem sentido, vazio.
E essa minha época é agora, não estou com nada pressuposto acima, só estou cansada de tentar abraçar um mundo com apenas dois pequenos braços, estou cansada de cuidar de tantas feridas, tudo bem que do meu jeito, mas cansada de servir de “tampa buracos” pra gente que não está disposto a aceitar a cura e continua voltando para o vetor, gente que diz sentir tanto sem sentir porra nenhuma, gente que te instiga, alimenta e se auto denomina de alta, pouco se fodend*, para o trabalho que a gente desempenhou, tal como mal sabendo que a recaída é muito pior.
É, isso não estou aqui para tapar buracos, apesar de estudar saúde não sou especializada em cardiologia para ficar curando corações, que por apanharem um pouco, acreditam que tem o direito de bater  também - no sentido literal, acredite ou não, também tenho as minhas patologias, de problemas cardiovasculares o mundo está cheio. Rs
Estou cansada das variações de casa cheia, casa vazia, casa cheia, casa vazia. Não quero agregados, não quero inquilinos, não quero sem tetos, não sou albergue, não ofereço pernoites, se for pra vir que fique claro: agora quero que me compre, me leve a casa por inteira com cardiopatias, cicatrizes, e o que mais tiver. É, eu amo o cuidar, mas hoje eu quero é ser cuidada !
E se não for pedir muito, deixa eu gritar: você já pode voltar para casa ? :)

domingo, 4 de março de 2012

"Roleta Russa"

 






Sabe, é estranho olhar meu passado e notar que a pior e melhor parte dele
sempre me levara de volta a você.
Às vezes acho que o destino por alguma ironia resolveu jogar com a vida
e o tragico é que nessa brincadeira de perda e ganho, ele me levou exatamente você.
Como uma especie de "roleta russa" com alguém que até então não faz idéia do valor que a vida tem. Mas após o jogo quando você percebe que sobreviveu, tem a ousadia de achar que ninguém mais conseguirá te deter.
Por vezes eu pensei "não é para ser", "não dá pra mudar", "não será como antes", onde muitas dessas não se tratou de pergunta, mas de fraqueza, receio, orgulho.
Porém
como é possivel após 7 meses, eu ainda estar aqui?
Sentindo, como se algo me fizesse esperar, como se algo me prendesse a você, vou além,
como se algo ainda precisasse existir por eu e você.
Seria hipocrisia dizer que não sinta certa vontade de pegar o mundo todo, sem tempo previsto. Entretanto, é completamente diferente, incomparavel com o anseio que guardo de querer ser melhor pra sempre com você.
Cada milimetro do meu cérebro implora que eu te esqueça agora, tal como voccê provavelmente o faria, mas algo mais forte que qualquer estimulo cerebral, algo maior que a razão, grita que não quer perder qualquer vestigio que ainda reste de chance para aprender a ficar contigo.
E eu sei que em meio a uma "roleta russa" alguém não volta a salvo, também sei que perder faz parte do jogo, que muitas vezes a gente joga errado, muda as regras. E eu estaria mentindo se dissesse que nunca blefei, não me arrependo de qualquer passe errado que eu tenha dado, me arrependo sim de diversos passes dados, tal como de muitos outros não dado. A questão é que se você voltar atrás e mudar 5 minutos errados do jogo, você pode mudar uma vida, você pode deixar de dar trocentas jogadas fantasticas mais a frente, pois é a vida não permiti "efeito borboleta" ,não há ensaio, não há retorno, muitas vezes você vai dar de cara com a contra mão sim, o fato é até onde você iria para reconquistar o jogo, não se trata do quanto você fez errado, mas do quanto você está disposto a fazer o certo, não se trata de quem ganhou ou perdeu na "roleta russa", mas do quanto você descobriu sobre o valor que tem a vida.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Contrapartida



Conversando com alguém especial eu ouvi esse alguém dizer: eu acho que o maior problema é que eu me relacionei com outra menina, achando que ela me entenderia por também ser menina, que sentiria da mesma forma que eu, entende?
Fiquei refletindo a volta para casa inteira à respeito disso, me perguntei diversas vezes "se eu era uma menina" RS. Sério, eu, Vanessa, acredito  que não sei nada, mas o que eu vejo é que o mundo anda tão corrompido pelo meio, que ao mesmo tempo que nós pedimos amor, imploramos amor, não estamos preparados para ele. Estranho, porque em contrapartida, eu sei que para o amor não é preciso preparo.
Sobre meninas? Há meninas que estão expostas a "entrega", estão intensas, depositam que por vezes não dispõem. E há outras meninas que ficam na resguarda, parecem estar sempre preparadas para a "queda", o estilo de menina que apenas participa do vôo livre, está segura, muitas vezes acreditam que estão. Estão restritas, bloqueadas.
Prestem atenção, quando lê-se estão, ficam, parece, pois a única certeza é que todas SÃO meninas, e qual menina nunca passou ou passara por ambas polaridades? 
Sabe, a questão é que meninas ou meninos, somos humanos e estamos suscetíveis a erros, o problema é que meninas ao se relacionar esperam receber metade do que elas ofertam.
E sabe qual é o FODA? É que a gente sempre acha que o que está sendo dado é mais que o bastante, é sempre demais. E queremos só dessa vez acertar, entretanto, há coisas que não precisam de receitas, medidas, prescrições, indicação, vou além, queridos, não há contra indicação pra sentir ;)