Seja bem-vindo, volte sempre e o último a sair apaga a luz ! :D

Quem sou eu

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Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 25 anos, sou carioca, sou loira, sou linda, sou leonina, sou tricolor (é a ordem natural das coisas hahah), sou caçula, sou pequena e esse é um dos meus apelidos também. Sou apaixonada por palavras. Eu amo escrever, violão,judô, praias, chocolate, me expressar, viagens, Deus, a vida e as pessoas que fazem parte dela.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sábado, 12 de junho.. JUNTOS!





  12 de junho.
Como foi seu dia do dia dos namorados? Como ele tem sido nos últimos anos?
É, eu nunca fiz questão nenhuma de pensar nele, em vista do dos outros dias. Dia dos namorados nunca foi muito valorizado e em meus 18 pequenos anos de vida, eu só estive namorando em um deles, por sinal, estava tão mais só do que junto. E por mais promiscuo que isso possa soar, eu nunca fiz questão que fosse diferente, mas esse sábado, eu queria estar “junto”, que estranho, mas era um “junto” diferente do cinema, do jantar, do passeio, da troca de presentes, era um “junto” não só a dois.
E sabe o que eu tive? O dia dos namorados mais louco. Um dia que eu não fazia idéia de que podia ter. Coisas que certamente eu me limitaria em outras circunstâncias, mas das quais eu não me arrependo e houve escolhas de pessoas certas, entendam como quiser.
  Se você me perguntar sobre ele, eu tragicamente responderei o que a minha vaga e remota memória lembrar, entretanto, o que os outros contam é muito mais cômico do que eu supunha.
Sabe, seriados americanos? Então, tive o meu com tudo o que tinha direito e mais um pouco. Seria hipocrisia dizer que eu me sinto culpada por algo, há coisas que realmente são desnecessárias, mas não faz meu tipo novelas mexicanas, não vou dramatizar, eu quero curtir, quero viver, ter historias para contar, eu quero mais do que a natureza me permiti. E é tão lindo saber o que eu quero. Eu quero é mais!
  Eu realmente nunca estive tão junto “sozinha”. Desculpa, se isso pode afetar alguém.  Contudo, lá estavam meus amigos. Uns até que eu não sabia que era. Outros que eu não lembro mais o nome. Uns que destacaram presença, direta ou indiretamente. Mas nesse dia dos namorados o meu céu tava colorido. Não tinha nada de vazio nele (e isso não foi só por conta dos efeitos colaterais sobre o meu pré-coma alcoólico). Muito pela a minha volta a liberdade. Eu admirei as estrelas. Eu tinha amigos de verdade comigo e também teve a parte do socialismo etílico. Eu não me preocupei com a hora. Eu tive fome de vivência e eu cansei de te esperar. Eu repito: eu estive junto e isso me fez tão bem!
   Que a consciência me reprima, que o poder alheio de julgar se manifeste, mas que eu desperte um sorriso e me sinta grata por poder vivê-los.
E que venha a copa: BRASIL, AINDA TE AMO PORRA!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Aritmética .





Eu sempre gostei de falar, questionar, discutir, analisar sentimentos
e tudo o que eu conclui até hoje sobre eles, foi que por vezes eles são tão unilateral.
É, exatamente assim, você gosta de alguém, esse alguém gosta de outra pessoa, essa outra pessoa gosta daquele outro individuo e o individuo não gosta de ninguém e assim vai nesse ciclo vicioso, nesse caos que a muito vive o mundo.

Tudo poderia até ser fácil, mas a gente cisma ás vezes inconscientemente em complicar as coisas. As pessoas não podiam ao menos se bastar? Mas não, não sei como podem ser tão “merdas” assim (hipoteticamente, isso não passa de uma biografia).
Se eu não amasse tanto essa vida, eu desistiria desse assunto clichê, mas por algum motivo indecifrável, ainda tenho fé, sei lá o amor próprio não é unilateral.
E, sentimentos são terapêuticos, poéticos. Ainda que a ilusão quando se é jovem, é muito tempo a perder.

Talvez como leitura e cálculos. Eu use a escrita de um modo tão sentimentalista que tradicionalmente eu não poderia fazer. Mas automaticamente, basta-me lápis em mãos. Pensamentos em você. Quem sabe possamos resumir tudo em coerção?! 
Mereço eu escolher alguma tática de jogo? É, notável que não sei jogar, não que isso me impeça, quero desafiar o dito: azar no jogo, sorte no amor. Quero sorte. Sorte bilateral.

Eventualmente, eu não tenho direito de culpar você, o mundo, meu azar no amor, minha deficiência com sentimentos alheios, seria até mais fácil pensar em culpa. Apenas fácil, não justo. Me resta esperar que a recompensa valia a briga.
Sabe? É esse seu mundo tão vulgar quanto o meu, é por isso que ainda insisto na gente, por ter fé em mim, tenho fé em você.
E nessa aritmética de possibilidades, o resultado é soma. Eu sinto.