Seja bem-vindo, volte sempre e o último a sair apaga a luz ! :D

Quem sou eu

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Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 25 anos, sou carioca, sou loira, sou linda, sou leonina, sou tricolor (é a ordem natural das coisas hahah), sou caçula, sou pequena e esse é um dos meus apelidos também. Sou apaixonada por palavras. Eu amo escrever, violão,judô, praias, chocolate, me expressar, viagens, Deus, a vida e as pessoas que fazem parte dela.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

ELA .



Tenho meus amigos e tenho meus amores, nunca precisei procura-los, eles sempre vieram. E por isso, talvez, eu use de arrogância para quem não conheço.

Eu chego então em um ambiente novo e sou indiferente para com as pessoas do mesmo. Então encontro ela tão ou mais indiferente que eu. Mas que menina é essa que se faz tão indiferente com a minha indiferença, quem ela pensa que é?


“Ah não, essa eu tenho que conquistar.” Pois é, tive e foi difícil, complicado. E cada vez que eu corria atrás dela era um tiro que eu dava na minha arrogância, eu ia morrendo por dentro.
Pois não é que a vida foi legal comigo? Tanto eu fiz que a conquistei, e parecia outra qualquer mais uma conquista para deixar guardada no fundo do armário, como tantas outras. Que erro brutal compara-la, a unanimidade em pessoa se comprada à conquistas de fundo de armário? Não!
Pois foi quando tentei deixa-la dentro da caixa mais escondida do armário mais fechado que levei uma facada do destino.


Ela se tornou ELA, e tentando conquista-la acabei me rendendo a sua conquista, acho eu involuntariamente. E já conquistado ela me atraiu, como a Lua atrai as estrelas em sua volta. Mas não pense que foi aquela atração de pele (Seria melhor que fosse). Era uma atração interior de espírito. Ah como eu me sentia feliz com o simples toque dessa moça, ou com as pequenas discordâncias que sempre acabavam com uma longa risada perto ou longe dela.


Surge então a insegurança do meu coração, absolutamente normal quando me sinto amando alguém: Ela com tantos amigos, tantos amores. Que chances eu teria de conseguir o amor dessa menina? Foi pensando nisso que recebi a mais sincera prova de amor...
“Caraca, ela me ama também.” Não tanto quanto a amo, pois seria impossível, mas... “ELA ME AMA!”...

'Pois é né'... É por ela que eu escrevo.
É por ela que eu leio.
É nela que eu penso.
Ela é VOCÊ.
Ah menina, como eu te amo...


 Escrito por : André WilliaM Carvalho .
 
 
 
 
Ps.: E eu sei que será estranho encontrar um texto que eu não tenha escrito por aqui, mas esse texto também é meu . rs Ele merece um lugar aqui. Só ele merece! Eu amo você, teu merda! sz

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Aquilo que queremos ter, ACIDENTALMENTE, existe !



Eu fico aqui rindo do quão irônica a vida pode ser. Quando tudo parece se adequar, como um acidente vem um vento forte e espalha tudo mais uma vez.

Nessas horas a gente acha que qualquer canto pode ser a nossa casa.Entretanto isso é generalizar. Falha grave, quando se sabe onde se quer estar.


E, em vista das tantas tentativas frustradas de esquecer, tanto minhas quanto provavelmente suas, acredite se quiser, tens sido a tentativa que mais tem dado certo. Diferente dos tantos casos, dessa vez, sinto-me como se quisesse ver alguém brilhar sem precisar me ofuscar para isso, uma forma fraternal, até.


É, estranho, assim tanto quanto bonito, o jeito como eu não tenho medo, o modo como você me acompanha, o jeito tão avesso e ainda sim complementado. Com você sinto vontade de beijar as estrelas, por nunca ter as visto brilharem tanto!


Eu odeio qualquer fragmento de cigarro, chega ser patético verificar minha blusa ao chegar em casa, para ter certeza que é a merda daquele cheiro que esta impregnado em mim. E eu ainda continuo odiando cigarros, lamentável sua marca registrada, há!
Assim como lamentável é ouvir você me pedindo para ficar, como se eu quisesse mesmo ir embora.


Somos tão desordenados, tão contra a licença social. Mas eu tenho certeza que encontramos a crença um no outro, é divertido achar qualquer fetiche de fé no amor ao te ver me olhar ou numa canção, em saber que você quer me ver de novo, ou no seu tão repetitivo “ou não”, contudo acredito que estamos perto o suficiente dessa vez.


E por mais que haja supostamente o “desastre", se nós formos as pessoas mais sortudas desse mundo, aquilo que queremos ter, acidentalmente, existe!

sábado, 10 de julho de 2010

NOSSAS INICIAS .


Nunca soube bem o que, como, quanto, porque, com quem, ou até quando, na verdade nunca fui além de teorias sobre paixão, ainda não sei ao certo, confesso que já a banalizei muito. Porem em minhas pequenas práticas, acredito que mais do que escolhas, como: o certo, o errado, melhor, pior. Existe o que você quer e é essa a escolha mais difícil e necessária a se saber. E por mais que nem todas as partes se sintam felizes. 
Por mais que você saiba que não deveria ir tão longe, vale saber quem você quer que vá contigo.
Por vezes nós temos uma solução, mas não temos coragem de assumir a causa e corremos para longe da conseqüência.
Esses dias me peguei escrevendo as inicias dos nossos nomes, que estranho como naquele momento parecia que já fazia tanto tempo. E apesar do tempo, hoje a falta que você me fazia ainda esteve grifada e me perguntei cadê você? Chega de estar dentro, entretanto, volta para o lado, vai!
Em vista de tudo o que já existiu, talvez seja apenas denúncia do que restou – nossas inicias.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Estúpida psicologia reversa, yeah!






As pessoas costumam dizer o que sabem que as outras querem ouvir e não exatamente o que elas sentem. O que não ameniza o peso que as palavras têm.
Ás vezes ficamos calados sabendo que temos tanta coisa para falar.
Ás vezes se quer abraçar e os braços já não são suficientes.
Como a possibilidade de ouvir alguém dizer qualquer palavra ou apresentar qualquer indicio que nós faça ficar, continuar ou voltar, e dessa remota probabilidade sabe o que eu ouvi? Ouvi um “fica”.
E voltou a ser como naqueles dias de primavera em que há tantas flores, entretanto, por mais que se regue só cresça aquela, tão singular, com velocidade inigualável. Estúpida psicologia reversa!