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Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 25 anos, sou carioca, sou loira, sou linda, sou leonina, sou tricolor (é a ordem natural das coisas hahah), sou caçula, sou pequena e esse é um dos meus apelidos também. Sou apaixonada por palavras. Eu amo escrever, violão,judô, praias, chocolate, me expressar, viagens, Deus, a vida e as pessoas que fazem parte dela.

domingo, 5 de setembro de 2010

Mágica rima com trágica .




 
Eu sinto muito por hoje ter que ir dormir sem ouvir as coisas do seu dia.
Sinto como se os outros já não fizessem sentido.

Algumas escolhas parecem tão pequenas quando fazemos algo bom por uma razão desconhecida pra nós mesmos, outras grandes quando decepcionamos aqueles que mais acreditam na gente e outras são interiormente injustificadas e essas dizem que é para salvar alguém a quem amamos.


Sabe, eu não sei se outra vida pode surgir em minha saída da escuridão, entretanto, não tenho duvida que seja qual caminho a mesma me levar, não estarei sozinha. Ah, isso tem sido TUDO o que tem me confortado!


Certamente, seria simples se as imagens, cenas, frases anulassem seus efeitos, por já não possuírem mistério?
Seria presunção dizer que a minha vida tem qualquer impacto no mundo? Sei lá, minhas escolhas tem feito tamanho estrago. E nunca achei que essas fizessem tanta importância na vida de outras pessoas! Quão bom seria se suas conseqüências só recaíssem sobre mim, já não sei o que é a privacidade de chorar sozinha.


Bom, a solução é abaixar a guarda. Um dia, talvez, a inquisição perceba que isso é sucumbir a minha possibilidade de sentir.
Hoje tantas coisas parecem planos, só são planos. E na verdade, eu só quero que tudo tenha sido importante, é pedir muito? É, definitivamente, meu erro é saber que quis demais.


Promessas. Mudanças. Nada disso torna minha vida melhor.
Me sinto tão pequena, tudo tão maior que eu.
Se não fosse a inquisição, será que eu escolheria um caminho tão diferente? Se eu, de repente, sumisse será que sentiriam minha falta?


Deus, eu só queria ter de volta: aquela voziinha me guiado ao que era melhor, mais saudável. aquela confiança que construí a vida inteira e perdi em segundos, e ao mesmo, aquela coisa que eu já tinha desistido de sentir e ultimamente tinha estado tão presente. E, tragicamente me encontro longe de cada um desses, são as tais causas e resultado, não é?


Eu nunca acreditei em destino, mas é como se eu fosse destinada a estar aqui. Seja lá o que eu imaginava saiu errado. E o amargo vem sempre no meio da noite. Lágrimas são salgadas, sabia? Será que um dia tudo volta a ser doce?
Dizem que a mágica existe, não é o que dizem: é só acreditar! É o desafio que estar por vir. Ah, se alguém pudesse ouvir os gritos no meu sonho - como era bom sorrir!