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Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 25 anos, sou carioca, sou loira, sou linda, sou leonina, sou tricolor (é a ordem natural das coisas hahah), sou caçula, sou pequena e esse é um dos meus apelidos também. Sou apaixonada por palavras. Eu amo escrever, violão,judô, praias, chocolate, me expressar, viagens, Deus, a vida e as pessoas que fazem parte dela.

domingo, 8 de abril de 2012

Só por hipótese ! (:



Olá, blog. Eu queria conversar, porém não acho que precise compartilhar minhas fraquezas com ninguém. Então, eu lembrei de você. Receio que isso seja TPM, Crise existencial, ou Medo.
Sim, medo, não deveria existir vergonha, em sentir medo. Entretanto, é muito disso. Sinto vergonha não em ter medo, mas em ter medo de sentir. Lamentável, não?
Eu já joguei muito com a vida, sabe? E definitivamente eu tô cansada de perder. Meus estudos dizem que o coração é um órgão feito para ‘bater’, porém por prazer em contrariar o cérebro, ele insiste em viver ‘apanhando’. E a ordem natural? É que dói, cansa, você espera e passa! Mas é aí que mora o perigo porque se repete, bipete, tripete...
Poucas vezes transbordei amores por alguém, talvez eu tenha magoado muita gente por isso, tudo o que tenho a dizer é nunca fiz propositalmente. É injusto, mas não posso me culpar por não ter correspondido um, me entregado a outro ou esperado mais um. Nos meus costumes, é sem sentido ‘inventar amor’. Mas prometo que todo o pouco que eu tenha sentido, senti profundamente. E tudo o que eu peço da vida é que ela reconheça meus esforços e faça o mesmo por mim, não por mérito, mas por fraqueza mesmo, como eu disse: tenho medo!
Ás vezes, eu acho que muita gente tem impressão muito errada de mim, reconheço que por motivos óbvios, uma vez que na construção da minha vida eu nunca fiz questão de que tivessem a impressão certa.
Talvez eu tenha tido “um começo meio vulgar”, apesar de ter certeza que em minhas vulgaridades andei a brincar com alguns “fura vidas”.
Se eu contasse todas as minhas historias sobre relacionamentos aqui, certamente, uns diriam romantismo, outros tragédia, particularmente acredito que em todas elas tenha tido um punhado dos dois. E com toda convicção do mundo, não queria que tivesse sido de outra maneira.
Porque sei que sofrer de amor, não mata. E faz falta!
Eu não quero ter medo, na verdade, eu queria muito que dessa vez, só dessa vez, desse certo.
Com você desse certo.
Passei da fase de gente indo e vindo, eu quero que você fique!
Certa vez eu li que: “é a possibilidade que nos faz continuar e não a certeza!”. Tal frase surtiu como uma espécie de aposta da minha parte.
Eu quero que continue essa sensação de rir a toa, de gritar pro mundo que eu tô gostando de alguém, de rosto bonito. De sorrir ao te ver, de sorrir para vida!
Foda-se que você vai ficar se achando, foda-se que eu tô alimentando seu ego, foda-se que eu tô perdendo a pose de marrenta, foda-se que eu tô com o orgulho fudido, foda-se que a sociedade não entende, foda-se o medo, foda-se o passado. É, foda-se eu, foda-se você, desde que a gente se foda juntos, sabe? O que é realmente foda? É que por hipótese, só por hipótese, talvez aconteça!