Seja bem-vindo, volte sempre e o último a sair apaga a luz ! :D

Quem sou eu

Minha foto
Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 25 anos, sou carioca, sou loira, sou linda, sou leonina, sou tricolor (é a ordem natural das coisas hahah), sou caçula, sou pequena e esse é um dos meus apelidos também. Sou apaixonada por palavras. Eu amo escrever, violão,judô, praias, chocolate, me expressar, viagens, Deus, a vida e as pessoas que fazem parte dela.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A gente aprende..


Esses dias tem sido minha melhor fase, tenho conhecido muita gente linda e interessante, algumas tem ficado, sabe? E eu ando tentando deixar acontecer, tentando ser feliz sem sufocar, eu não prometo nada e não me cobro nada não.
Indo a uma rave, dois amigos comentam que gostariam de ser igual a mim "solta e não sofre por ninguém", eu ri e imaginei a imagem que eu passo de ser robótica.
Acho que o segredo é que eu já estive do outro lado e sei o que é não ser assim, como boa aluna da vida aprendi de uma forma tola que NUNCA se deve por o que se senti a frente do que se sabe

domingo, 10 de julho de 2011

Alienação.


Angustiada, cansada, sem saber o porquê, eu quero gritar e não sei o quê, ou para quem.
Segundo o zodíaco, um dos pontos primordiais é a lealdade, e ultimamente eu tenho ido tanto, tanto contra isso. Por mais que eu me doe, ou goste, não consigo me entregar, como se em meio ao vôo eu corresse da queda, e um imã me trouxesse para o chão. Algo em mim por mais que grite: permita, se entrega.
Não consegue acreditar em suas próprias preces, não consegue acreditar em palavras, é exatamente isso, tudo para mim agora soam apenas como palavras, palavras que na hora fazem sentido, mas após vem a ser assim como bonitas, vazias.
Eu acho tudo hipocrisia começando pela minha amnésia alcoólica chegando a minha ressaca moral, até os erros dos outros que não justificam os meus.
Eu quero ser feliz, quero ficar em paz, quero fazer alguém feliz, quero construir a paz nesse alguém, mas que alguém? E isso não é um “cadê?”, e sim um “qual?”.
Eu tenho estado muito exausta de palavras, frases prontas, eu quero realidade, mas eu corro dela, e lá vem a outra hipocrisia.
O mundo tem me parecido tão ilusório, surreal, a mídia faz propaganda do que a sociedade protesta, “não se aceita a adoção para um casal homossexual, mas porque é comum ver uma mãe jogar o seu filho no lixo?”. Pode ser outra das minhas sandices, mas de boa, eu vejo amor onde vêem pecado. 
O que vejo? Eu só vejo Alienação. Eu não quero olhar para traz e continua me sentindo uma pessoa fria, e ao mesmo, eu sou feliz por não prosseguir tão boba e perdida.
Sabe, eu só quero retroceder a época que eu era fiel aos meus princípios, ao que eu sentia. Relacionamentos da boca para fora, palavras soltas, frases feitas, “medo do tal do amor”, saudade do que não cheguei a viver, corpos em chamas seguidos de extintores, sentimentos bonitos e vazios, me esgotaram. Há maior sinceridade nos meus palavrões. Eu quero liberdade nas minhas escolhas, quero me aprisionar em uma única opção. Eu quero tocar alguém com o coração, quero sentir o céu ao alcance das mãos. E é só.