Seja bem-vindo, volte sempre e o último a sair apaga a luz ! :D

Quem sou eu

Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 30 anos, sou carioca, sou loira, sou leonina e tricolor. Mais uma apaixonada por palavras e quando grito em silêncio: escrevo.

domingo, 1 de agosto de 2010

Última Lição .


A última lição que eu aprendi é: tudo começa com através de uma escolha e que tudo terminar pela mesma. É, exatamente o que você entendeu!

Há vezes na vida em que nossas duvidas nos fazem “chutar”, e isso não evidencia medo, pelo contrario o importante nessa vida é arriscar. Para que algum dia saibamos qual a melhor escolha - eu digo a melhor escolha e não a escolha certa - devemos chutar, temos tempo de errar, acredite!


E a pergunta em questão é “Será que nos ofertaram escolhas nobres?”
Ou melhor “Será que seremos sábios suficientes para criar as escolhas que nos falta?”
Seja lá qual for as opções, alguém novo, outro ambiente, a reeconstituição de uma frase. Vale lembrar, do que está em jogo, uma escolha pode mudar uma ou mais vidas tanto para a melhor, quanto para a pior.
Me leve à serio pelo menos dessa vez, não siga meus exemplos, eu vivo de erros e nem sei justifica-los!


Presta atenção, nunca fui santa, entretanto, me afirmo que te quero bem. E por mais que eu não saiba te guiar para a luz, juro deixar você decidir sobre correr contra ou para a escuridão. Enquanto, eu puder te ver longe,mesmo que para isso, tenha que ficar distante, eu posso tentar. É só você dizer o que você quer e eu farei. Essa historia de fazer algo ruim por uma boa razão, não tem compensado. O perigo é divertido, na sua maioria das vezes excitante, contudo, não é provável, é inseguro, e vou além, o perigo nunca foi certo. E não entenda isso como uma desistência, almejo te ver brilhar, dançar com você quando a luz acaba, ver as estrelas refletindo você, quero estar perto e mesmo contra o mundo, eu pretendo acreditar na gente. E isso não são palavras de alguém apaixonado, falo com carinho, fala com ternura e, ao contrario do que tu pensas, te quero sim, te gosto muito e falo com os sentimentos mais nobres que posso alcançar ou possuir.


No entanto, há coisas que mesmo que se lute nunca voltam a entrar de acordo com o que passou e por mais que pareça egoísmo, eu diria que é uma tentativa grande de proteção. Sei que você não requer isso, mas é um tipo de “instinto” e é automático lhe oferecer. E se o caminho seja o qual você escolher tiver qualquer vestígio de levantar e andar em meio as certezas obscuras retidas em sua alma, eu ainda sim vou estar com você e, dessa vez diferente das outras, meu intuito é de esperar. De resto? “NOSSA vida” começa agora!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

ELA .



Tenho meus amigos e tenho meus amores, nunca precisei procura-los, eles sempre vieram. E por isso, talvez, eu use de arrogância para quem não conheço.

Eu chego então em um ambiente novo e sou indiferente para com as pessoas do mesmo. Então encontro ela tão ou mais indiferente que eu. Mas que menina é essa que se faz tão indiferente com a minha indiferença, quem ela pensa que é?


“Ah não, essa eu tenho que conquistar.” Pois é, tive e foi difícil, complicado. E cada vez que eu corria atrás dela era um tiro que eu dava na minha arrogância, eu ia morrendo por dentro.
Pois não é que a vida foi legal comigo? Tanto eu fiz que a conquistei, e parecia outra qualquer mais uma conquista para deixar guardada no fundo do armário, como tantas outras. Que erro brutal compara-la, a unanimidade em pessoa se comprada à conquistas de fundo de armário? Não!
Pois foi quando tentei deixa-la dentro da caixa mais escondida do armário mais fechado que levei uma facada do destino.


Ela se tornou ELA, e tentando conquista-la acabei me rendendo a sua conquista, acho eu involuntariamente. E já conquistado ela me atraiu, como a Lua atrai as estrelas em sua volta. Mas não pense que foi aquela atração de pele (Seria melhor que fosse). Era uma atração interior de espírito. Ah como eu me sentia feliz com o simples toque dessa moça, ou com as pequenas discordâncias que sempre acabavam com uma longa risada perto ou longe dela.


Surge então a insegurança do meu coração, absolutamente normal quando me sinto amando alguém: Ela com tantos amigos, tantos amores. Que chances eu teria de conseguir o amor dessa menina? Foi pensando nisso que recebi a mais sincera prova de amor...
“Caraca, ela me ama também.” Não tanto quanto a amo, pois seria impossível, mas... “ELA ME AMA!”...

'Pois é né'... É por ela que eu escrevo.
É por ela que eu leio.
É nela que eu penso.
Ela é VOCÊ.
Ah menina, como eu te amo...


 Escrito por : André WilliaM Carvalho .
 
 
 
 
Ps.: E eu sei que será estranho encontrar um texto que eu não tenha escrito por aqui, mas esse texto também é meu . rs Ele merece um lugar aqui. Só ele merece! Eu amo você, teu merda! sz

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Aquilo que queremos ter, ACIDENTALMENTE, existe !



Eu fico aqui rindo do quão irônica a vida pode ser. Quando tudo parece se adequar, como um acidente vem um vento forte e espalha tudo mais uma vez.

Nessas horas a gente acha que qualquer canto pode ser a nossa casa.Entretanto isso é generalizar. Falha grave, quando se sabe onde se quer estar.


E, em vista das tantas tentativas frustradas de esquecer, tanto minhas quanto provavelmente suas, acredite se quiser, tens sido a tentativa que mais tem dado certo. Diferente dos tantos casos, dessa vez, sinto-me como se quisesse ver alguém brilhar sem precisar me ofuscar para isso, uma forma fraternal, até.


É, estranho, assim tanto quanto bonito, o jeito como eu não tenho medo, o modo como você me acompanha, o jeito tão avesso e ainda sim complementado. Com você sinto vontade de beijar as estrelas, por nunca ter as visto brilharem tanto!


Eu odeio qualquer fragmento de cigarro, chega ser patético verificar minha blusa ao chegar em casa, para ter certeza que é a merda daquele cheiro que esta impregnado em mim. E eu ainda continuo odiando cigarros, lamentável sua marca registrada, há!
Assim como lamentável é ouvir você me pedindo para ficar, como se eu quisesse mesmo ir embora.


Somos tão desordenados, tão contra a licença social. Mas eu tenho certeza que encontramos a crença um no outro, é divertido achar qualquer fetiche de fé no amor ao te ver me olhar ou numa canção, em saber que você quer me ver de novo, ou no seu tão repetitivo “ou não”, contudo acredito que estamos perto o suficiente dessa vez.


E por mais que haja supostamente o “desastre", se nós formos as pessoas mais sortudas desse mundo, aquilo que queremos ter, acidentalmente, existe!

sábado, 10 de julho de 2010

NOSSAS INICIAS .


Nunca soube bem o que, como, quanto, porque, com quem, ou até quando, na verdade nunca fui além de teorias sobre paixão, ainda não sei ao certo, confesso que já a banalizei muito. Porem em minhas pequenas práticas, acredito que mais do que escolhas, como: o certo, o errado, melhor, pior. Existe o que você quer e é essa a escolha mais difícil e necessária a se saber. E por mais que nem todas as partes se sintam felizes. 
Por mais que você saiba que não deveria ir tão longe, vale saber quem você quer que vá contigo.
Por vezes nós temos uma solução, mas não temos coragem de assumir a causa e corremos para longe da conseqüência.
Esses dias me peguei escrevendo as inicias dos nossos nomes, que estranho como naquele momento parecia que já fazia tanto tempo. E apesar do tempo, hoje a falta que você me fazia ainda esteve grifada e me perguntei cadê você? Chega de estar dentro, entretanto, volta para o lado, vai!
Em vista de tudo o que já existiu, talvez seja apenas denúncia do que restou – nossas inicias.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Estúpida psicologia reversa, yeah!






As pessoas costumam dizer o que sabem que as outras querem ouvir e não exatamente o que elas sentem. O que não ameniza o peso que as palavras têm.
Ás vezes ficamos calados sabendo que temos tanta coisa para falar.
Ás vezes se quer abraçar e os braços já não são suficientes.
Como a possibilidade de ouvir alguém dizer qualquer palavra ou apresentar qualquer indicio que nós faça ficar, continuar ou voltar, e dessa remota probabilidade sabe o que eu ouvi? Ouvi um “fica”.
E voltou a ser como naqueles dias de primavera em que há tantas flores, entretanto, por mais que se regue só cresça aquela, tão singular, com velocidade inigualável. Estúpida psicologia reversa!


segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sábado, 12 de junho.. JUNTOS!





  12 de junho.
Como foi seu dia do dia dos namorados? Como ele tem sido nos últimos anos?
É, eu nunca fiz questão nenhuma de pensar nele, em vista do dos outros dias. Dia dos namorados nunca foi muito valorizado e em meus 18 pequenos anos de vida, eu só estive namorando em um deles, por sinal, estava tão mais só do que junto. E por mais promiscuo que isso possa soar, eu nunca fiz questão que fosse diferente, mas esse sábado, eu queria estar “junto”, que estranho, mas era um “junto” diferente do cinema, do jantar, do passeio, da troca de presentes, era um “junto” não só a dois.
E sabe o que eu tive? O dia dos namorados mais louco. Um dia que eu não fazia idéia de que podia ter. Coisas que certamente eu me limitaria em outras circunstâncias, mas das quais eu não me arrependo e houve escolhas de pessoas certas, entendam como quiser.
  Se você me perguntar sobre ele, eu tragicamente responderei o que a minha vaga e remota memória lembrar, entretanto, o que os outros contam é muito mais cômico do que eu supunha.
Sabe, seriados americanos? Então, tive o meu com tudo o que tinha direito e mais um pouco. Seria hipocrisia dizer que eu me sinto culpada por algo, há coisas que realmente são desnecessárias, mas não faz meu tipo novelas mexicanas, não vou dramatizar, eu quero curtir, quero viver, ter historias para contar, eu quero mais do que a natureza me permiti. E é tão lindo saber o que eu quero. Eu quero é mais!
  Eu realmente nunca estive tão junto “sozinha”. Desculpa, se isso pode afetar alguém.  Contudo, lá estavam meus amigos. Uns até que eu não sabia que era. Outros que eu não lembro mais o nome. Uns que destacaram presença, direta ou indiretamente. Mas nesse dia dos namorados o meu céu tava colorido. Não tinha nada de vazio nele (e isso não foi só por conta dos efeitos colaterais sobre o meu pré-coma alcoólico). Muito pela a minha volta a liberdade. Eu admirei as estrelas. Eu tinha amigos de verdade comigo e também teve a parte do socialismo etílico. Eu não me preocupei com a hora. Eu tive fome de vivência e eu cansei de te esperar. Eu repito: eu estive junto e isso me fez tão bem!
   Que a consciência me reprima, que o poder alheio de julgar se manifeste, mas que eu desperte um sorriso e me sinta grata por poder vivê-los.
E que venha a copa: BRASIL, AINDA TE AMO PORRA!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Aritmética .





Eu sempre gostei de falar, questionar, discutir, analisar sentimentos
e tudo o que eu conclui até hoje sobre eles, foi que por vezes eles são tão unilateral.
É, exatamente assim, você gosta de alguém, esse alguém gosta de outra pessoa, essa outra pessoa gosta daquele outro individuo e o individuo não gosta de ninguém e assim vai nesse ciclo vicioso, nesse caos que a muito vive o mundo.

Tudo poderia até ser fácil, mas a gente cisma ás vezes inconscientemente em complicar as coisas. As pessoas não podiam ao menos se bastar? Mas não, não sei como podem ser tão “merdas” assim (hipoteticamente, isso não passa de uma biografia).
Se eu não amasse tanto essa vida, eu desistiria desse assunto clichê, mas por algum motivo indecifrável, ainda tenho fé, sei lá o amor próprio não é unilateral.
E, sentimentos são terapêuticos, poéticos. Ainda que a ilusão quando se é jovem, é muito tempo a perder.

Talvez como leitura e cálculos. Eu use a escrita de um modo tão sentimentalista que tradicionalmente eu não poderia fazer. Mas automaticamente, basta-me lápis em mãos. Pensamentos em você. Quem sabe possamos resumir tudo em coerção?! 
Mereço eu escolher alguma tática de jogo? É, notável que não sei jogar, não que isso me impeça, quero desafiar o dito: azar no jogo, sorte no amor. Quero sorte. Sorte bilateral.

Eventualmente, eu não tenho direito de culpar você, o mundo, meu azar no amor, minha deficiência com sentimentos alheios, seria até mais fácil pensar em culpa. Apenas fácil, não justo. Me resta esperar que a recompensa valia a briga.
Sabe? É esse seu mundo tão vulgar quanto o meu, é por isso que ainda insisto na gente, por ter fé em mim, tenho fé em você.
E nessa aritmética de possibilidades, o resultado é soma. Eu sinto.