Seja bem-vindo, volte sempre e o último a sair apaga a luz ! :D

Quem sou eu

Rio de Janeiro, Brazil
Eu sou Vanessa Provietti, tenho 30 anos, sou carioca, sou loira, sou leonina e tricolor. Mais uma apaixonada por palavras e quando grito em silêncio: escrevo.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sábado, 12 de junho.. JUNTOS!





  12 de junho.
Como foi seu dia do dia dos namorados? Como ele tem sido nos últimos anos?
É, eu nunca fiz questão nenhuma de pensar nele, em vista do dos outros dias. Dia dos namorados nunca foi muito valorizado e em meus 18 pequenos anos de vida, eu só estive namorando em um deles, por sinal, estava tão mais só do que junto. E por mais promiscuo que isso possa soar, eu nunca fiz questão que fosse diferente, mas esse sábado, eu queria estar “junto”, que estranho, mas era um “junto” diferente do cinema, do jantar, do passeio, da troca de presentes, era um “junto” não só a dois.
E sabe o que eu tive? O dia dos namorados mais louco. Um dia que eu não fazia idéia de que podia ter. Coisas que certamente eu me limitaria em outras circunstâncias, mas das quais eu não me arrependo e houve escolhas de pessoas certas, entendam como quiser.
  Se você me perguntar sobre ele, eu tragicamente responderei o que a minha vaga e remota memória lembrar, entretanto, o que os outros contam é muito mais cômico do que eu supunha.
Sabe, seriados americanos? Então, tive o meu com tudo o que tinha direito e mais um pouco. Seria hipocrisia dizer que eu me sinto culpada por algo, há coisas que realmente são desnecessárias, mas não faz meu tipo novelas mexicanas, não vou dramatizar, eu quero curtir, quero viver, ter historias para contar, eu quero mais do que a natureza me permiti. E é tão lindo saber o que eu quero. Eu quero é mais!
  Eu realmente nunca estive tão junto “sozinha”. Desculpa, se isso pode afetar alguém.  Contudo, lá estavam meus amigos. Uns até que eu não sabia que era. Outros que eu não lembro mais o nome. Uns que destacaram presença, direta ou indiretamente. Mas nesse dia dos namorados o meu céu tava colorido. Não tinha nada de vazio nele (e isso não foi só por conta dos efeitos colaterais sobre o meu pré-coma alcoólico). Muito pela a minha volta a liberdade. Eu admirei as estrelas. Eu tinha amigos de verdade comigo e também teve a parte do socialismo etílico. Eu não me preocupei com a hora. Eu tive fome de vivência e eu cansei de te esperar. Eu repito: eu estive junto e isso me fez tão bem!
   Que a consciência me reprima, que o poder alheio de julgar se manifeste, mas que eu desperte um sorriso e me sinta grata por poder vivê-los.
E que venha a copa: BRASIL, AINDA TE AMO PORRA!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Aritmética .





Eu sempre gostei de falar, questionar, discutir, analisar sentimentos
e tudo o que eu conclui até hoje sobre eles, foi que por vezes eles são tão unilateral.
É, exatamente assim, você gosta de alguém, esse alguém gosta de outra pessoa, essa outra pessoa gosta daquele outro individuo e o individuo não gosta de ninguém e assim vai nesse ciclo vicioso, nesse caos que a muito vive o mundo.

Tudo poderia até ser fácil, mas a gente cisma ás vezes inconscientemente em complicar as coisas. As pessoas não podiam ao menos se bastar? Mas não, não sei como podem ser tão “merdas” assim (hipoteticamente, isso não passa de uma biografia).
Se eu não amasse tanto essa vida, eu desistiria desse assunto clichê, mas por algum motivo indecifrável, ainda tenho fé, sei lá o amor próprio não é unilateral.
E, sentimentos são terapêuticos, poéticos. Ainda que a ilusão quando se é jovem, é muito tempo a perder.

Talvez como leitura e cálculos. Eu use a escrita de um modo tão sentimentalista que tradicionalmente eu não poderia fazer. Mas automaticamente, basta-me lápis em mãos. Pensamentos em você. Quem sabe possamos resumir tudo em coerção?! 
Mereço eu escolher alguma tática de jogo? É, notável que não sei jogar, não que isso me impeça, quero desafiar o dito: azar no jogo, sorte no amor. Quero sorte. Sorte bilateral.

Eventualmente, eu não tenho direito de culpar você, o mundo, meu azar no amor, minha deficiência com sentimentos alheios, seria até mais fácil pensar em culpa. Apenas fácil, não justo. Me resta esperar que a recompensa valia a briga.
Sabe? É esse seu mundo tão vulgar quanto o meu, é por isso que ainda insisto na gente, por ter fé em mim, tenho fé em você.
E nessa aritmética de possibilidades, o resultado é soma. Eu sinto.

domingo, 30 de maio de 2010

Vazio Noturno .


Uma noite. Loucos e loucas. Insanidade total. Vazio noturno.
E eu jurava que estava em meio a tanta gente, estava longe de me sentir sozinha, foi tão divertido, mas o vazio parecia pronto a me jogar em um buraco, disposto a me empurra no primeiro abismo. Só porque me faltava qualquer pedaço de você!
 Seria cômico, se já não fosse trágico, o modo como me sentia preenchida apenas por ouvir teu nome. Nesses momentos eu amava saber que eles sabem da gente.
A questão é que eu lembro de ti todos os dias da semana, mas em nenhum deles sinto tanto a sua falta como no sábado.

É, estranho como antes nesses mesmos lugares, em noites como essa eu me sentia tão “foda”, há algum tempo atrás, sem me importar com nada, me drogando de pessoas.
Cheia de fome de gente. Banalizando paixões. No entanto, esse ainda é o meu estilo de vida, por mais patético que seja ele nunca me criou vazio.
E eu poderia lutar contra tudo o que passou, mas ainda que eu tenha opções, trocaria uma maneira de vida dessas por um momento mágico com você e consequentemente o vazio seria completo novamente.

Eu ainda não aprendi a diferenciar estar gostando de você ou te deixando passar, insistir em nós ou deixar pra lá, mas eu sabia que escreveria de novo para você, já é madrugada eu vim aqui para isso, está ai, você tem mais um texto meu.nsistir em ndiferenciar estar gostando ou te deixar passar

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Todo mundo cansado de alguém. Então, vamos fingir!


Um dia frio igual a chão e corpo gelado, televisão ligada decorrência da falta do que fazer, mente vazia gera pensamentos longe o que equivale a lembranças irreprimíveis além de suposições irrefreáveis. Que equação um dia frio faz, não é? Antes fosse tudo uma simples matemática de decadência de grau Celsius.
Mas a realidade é que não é assim, é que eu vejo as situações, circunstancias, pessoas e casos, e concluo que todo mundo está cansado de alguém, que apesar da grande probabilidade de não haver final feliz, reconciliações, segunda chance ou ao mesmo existir a tão sonhada reciprocidade, apesar de todas essas coisas, a dificuldade encontrada levanta a fé e enquanto houver 1% de esperança por mais cansados que estejam criaram indícios, quer eles existam ou não. São esses obstáculos, proibições, porque se fosse tão fácil certamente não cobiçaríamos tanto.

Então, eu resolvi defender mais uma causa, é isso eu defenderei o direito de fingir, deixa fingir.. já que todos os esforços de esquecer tem sido lamentavelmente em vão, porque tudo não passa é de vontade de lembrar. É, isso vamos fingir, quem é que nunca fingiu na vida?
Estou começando a cogitar o conceito de esse mundo ser um imenso cenário de teatro, nele dança personagens tolos, canalhas, os lindamente burros, os divertidos, os loucamente sábios, e tantos outros, mas o que eu gostaria de saber mesmo, é quem é que mais dança nesse palco? Enquanto não sei vamos fazer parte do elenco, se não souber onde se encaixar, então que finja!

Estarei em defesa é direito “fingir”, não apoiarei é essa idéia masoquista de esquecer de sorrir ou de se privar de sonhar. Se estiver cansado não se pergunte “como?” ou “por quê?”, permita estar sempre com você, feche os olhos e deixa a cena alcançar teu coração, aceite seu papel e perca essa merda de razão!
Uma dica, quem você escolhe para perto de você é o que forma seu roteiro.
E o diretor desse teatro de vida, é sábio demais, ele vai dar o script que você como ninguém poderá dirigir. Não se esqueça de cumprimentar a platéia e definitivamente vão valer a pena os aplausos recebidos no final!

Ps.: Ficarei aqui torcendo para que a temperatura de amanhã eleve. E haja referências ilustre diante da nossa encenação! HÁ.

domingo, 16 de maio de 2010

Há algo seu para sempre em mim !


O tempo passa rápido e com ele tudo muda constantemente, ainda mais para aquele que não sabe o que quer.
Diante disso fiquei a refletir sobre o tão patético tem sido querer e que finalmente eu descobri aquela realidade sobre o quanto “sentir pode doer”. Nesse momento, eu ri interiormente, ri de mim, ri de você, ri por lembrar, ri até sem motivo certo.

O tempo não parou para mim, meu mundo não gira ao redor de ninguém, mas meu coração, ah, ele tem respirado ao lhe encontrar - e isso particularmente tem sido bom.
Eu sorri porque é através de um sorriso maior vindo daquela criatura sádica que volto a ter esperanças em nós, porque a vida sorri para mim quando lhe sinto ao lado.
Porque apesar de tudo evidenciar os contras, eu ri ao desejar lhe ouvir dizer qualquer coisa, porque eu não consigo lembrar da tua voz e tudo tem sido silêncio.

Eu anseio que diga, me diz que não dá, que não quer, eu sei sorrir sozinha, eu soube em todo os meus 18 anos de vida, ou diz que acredita, que quer ficar, mas diz, não importa a conseqüência, eu optei por correr riscos, lembra? Diz, porque não me considero um bom vidente e o silêncio tem machucado.
Sorrir tem sido extremamente desorientador e gostar tem gerado dor.

Percebi que a minha vida não parou para lhe esperar, mas parte de mim esperaria o quanto quisesse, em todas as vidas que viessem a existir. É, como se eu pudesse me libertar, mas não mais o quisesse. 
E, eu voltei a sorrir porque talvez isso seja a soma de todas as coisas que ainda estão por vir, que eu vou sorrir sempre que lembrar de você me olhando de um jeito que eu nem fiz por merecer, porque você fez um bom trabalho e há algo seu para sempre em mim!
E não importe o lugar que você ocupe daqui a algum tempo, sempre vou sorrir para você - ao te ver!



quarta-feira, 5 de maio de 2010

Pensamentos, lembranças e suposições .


Estou em meu quarto imersa em pensamentos, lembranças e muitas, muitas suposições.
E isso tudo graças a uma voz falecidamente revivida ao telefone e um silêncio frustrantemente inatingível.

A questão é que por mais que eu esteja bem e muito do que eu sinto tenha mudado, há ainda uma porcentagem mesmo que pequena de você aqui – em mim, e enquanto ela existir qualquer indício de presença tua vai surtir efeitos inesperados e eu vou precisar continuar negando lugares em que você esteja por receio do que você possa causar ou reviver - em meu coração. Mas às vezes tenho tantas certezas do quanto são apenas lembranças, do quanto eu estou alegre pelo jeito que as coisas estão e do quanto, apesar do detestável silencio, a outra presença tem predominado nas estáticas de porcentagens, que eu desejo que você apareça, apareça para fazer estrago, só para eu pensar “obrigada, mas não mais, é que eu prefiro a lembrança de você ter sido uma grande descoberta do que a terrível culpa de ter sido você o pivô do “não ter dado certo”.”

Eu gosto das coisas como estão, é bom saber que se alguém perguntar “qual foi seu primeiro amor?” Eu vou pensar em você, mesmo que responda: Meus pais, né? – é bom saber que é em você que eu vou pensar, do que por você eu senti que eu vou lembrar. E se algum dia você me perguntar o “por que foi tão especial?“
Eu certamente responderei: por você nunca ter ficado sabendo!

Em meio a pensamentos, lembranças e suposições, ainda sim, gosto da vida do jeito que está, é bom ter sede de novo, sabe?
E ao calhar de tantas indagações, me pergunto se eu mudaria qualquer coisa nesses anos de vida, e com toda certeza, sem medo algum de errar respondo: sim, apenas não poder repetir.

sábado, 1 de maio de 2010

Talvez um bom fim, seja o começo!


Eu acredito mesmo que nada seja por acaso e que ninguém é apresentado a gente a toa! Sabe, nós estamos sempre em constantes mudanças, mas a coisas que simplesmente parecem que não mudam, muito poucas, por sinal.
Supostamente, você pode mudar a tinta das paredes de sua casa quando sentir vontade, a cor dos teus cabelos assim que achar conveniente, pode mudar de lugar é só entrar em movimento, de assunto, até mesmo de paixões. No entanto, não pode mudar os valores aprendidos entre as paredes dessa mesma casa, não pode tirar a genética que pigmentou a cor dos teus cabelos, como também não pode estar em mais de um lugar que gostaria e como gostaria ao mesmo tempo, não vai conseguir fazer não lembrar aquele assunto que devia ter esquecido, ou trocar de paixões sem ninguém sair ferido. Entende?

Ninguém se aproxima do outro alguém a toa, ninguém corre atrás de alguma coisa sem ter como objetivo alcançar e ninguém prefere dificuldade em relação a sentimentos como missão. Por tocar no assunto, eu gostaria de descobrir uma forma de voltar a “não sentir”, ou saber controlar isso, quando o mais longe que consigo chegar é que fugir não protege o coração!
Sinceramente, não estou aqui para sentir dor (a menos que seja a da odaxelagnia, rs). Como tudo na vida a gente cansa, não sou experiente no assunto, mas quem sabe a amizade seja a única forma de chegar ao teu coração, a mais fácil no mínimo.
Talvez o jogo para mim acabe por aqui, porque ficar esperando o fim do teu silencio, ou por um alguém que achei sentir ai dentro de você, seja como aguardar descobrir que não preciso de você, mas eu quero estar contigo por algum motivo não certo, é como esperar abraçar o céu com apenas dois braços. É inútil, é frustrante!

Contudo conforta saber que você foi além de um sonho e eu posso te lembrar assim. E lembre-se eu nunca me conformaria em segurar suas mãos, se não pudesse tocar teu coração! Certa vez li que “o mal começo é o fim”, e hoje eu digo: talvez o bom fim, seja o começo.




 

TUA MERDA, HÁ!